‘Nunca tentei barrar memes’, esclarece mãe da bebê Alice

07 de janeiro de 2022

Mãe da bebê Alice, do comercial com Fernanda Montenegro, Morgana Secco voltou às redes sociais para falar sobre a imagem da filha ser usada de forma indiscriminada na internet. Ela, que anteriormente havia reclamado do rosto de Alice ser atrelado à política e religião, além de ser usado por empresas e instituições comerciais sem autorização, disse que teve sua fala distorcida e que, por conta disso, vem sendo atacada nas redes sociais.

“Lamentável as chamadas sensacionalistas de algumas matérias, distorcendo o que eu falei e incitando as pessoas a me atacarem”, começou Morgana em seu desabafo.

Ela ressalta que nunca teve a intenção de proibir memes com o rosto da filha. “Nunca tentei barrar memes, pedi bom senso e para não relacionarem a imagem da Alice com fins políticos e religiosos, por exemplo. O que vejo é que muita gente não sabe que violar direito de imagem é crime. E ser pessoa pública não diminui este direito”, continuou.

“Por desconhecerem as leis, começaram a culpar a vítima (no caso, eu) pelo crime. Dizer que a culpa é minha é como dizer que mulher que sai de casa de roupa curta merece ser abusada”, finalizou.

Nesta semana, a mãe da bebê Alice gravou vídeo para reclamar do uso indiscriminado da imagem de Alice. “Faz muitos dias que estou recebendo muitos memes com o rosto da Alice. A maioria deles são inocentes, são até engraçados, mas alguns deles não são. E é sobre eles que queria falar. Queria deixar claro que a gente não deu autorização para nenhum deles e a gente não concorda em associar a imagem da Alice com fins políticos ou religiosos, por exemplo”.

Ela também citou empresas e instituições se aproveitando da imagem de sua filha sem autorização comercial. “Além disso, a gente não autorizou nem o uso dela de empresas ou de instituições (obviamente isso não se aplica a empresas que temos contrato comercial, essas estão autorizadas dentro dos termos de contrato). Então a gente também não autoriza campanhas de divulgações”, disse.

Fonte: Em off