Homem quase esmagado por caminhão diz que escapou por “milagre”

25 de maio de 2022

Um homem que escapou de ser esmagado por um caminhão no Ceará disse que sobreviveu “por um milagre” ao portal g1. O acidente ocorreu em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, na manhã dessa segunda-feira (23/5).O vídeo da câmera de segurança mostra o momento em que o o homem é atingido pelo caminhão e consegue evitar de ser esmagado contra um portão. Ele acaba escapando por um espaço apertado.Apesar do susto, José Walmir Freires, que é técnico de rastreamento veicular e estava no local a trabalho, teve apenas arranhões nos braços e passa bem.Pelas imagens, é possível ver também que momentos antes do acidente José mandava uma mensagem por áudio. Enquanto ele está parado na calçada, a carga do caminhão prende em uma árvore e o veículo acaba invadindo a calçada em direção ao técnico.“Teve aquela brechazinha ali e eu corri porque eu pensei que a parede ia cair por cima de mim porque atingiu a parede do cliente, a parede e o poste. O contêiner ficou preso na parede, por isso que não caiu por cima de mim. Foi um milagre, realmente foi um milagre. Só tendo o vídeo mesmo pro pessoal acreditar, porque se eu fosse contar ninguém ia acreditar não. A coisa é rápida demais, não dá tempo de você pensar, não dá tempo de você fazer nada, só a sensação de correr mesmo”, afirmou ao g1.O Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) de Maracanaú foi acionado. O diretor do órgão, Paulo Henrique Costa da Silva, disse que a carga do caminhão se prendeu a uma árvore após desviar de um carro no outro lado da via. No vídeo, é possível ver um carro branco trafegando antes do acidente.Irregularidades
O Demutran verificou que o caminhão é cedido para uma cooperativa de recicladores de Maracanaú e que estava com documentos irregulares. “Quando chegamos ao local, identificamos que o veículo estava com o documento desatualizado no Detran, embora estivesse com as taxas pagas, mas por conta de multas atrasadas, e de alguns equipamentos de segurança obrigatórios que também não estavam aptos para que ele pudesse circular”, explicou Paulo Henrique.Fonte: Metrópoles