
O período da introdução alimentar costuma ser um desafio para muitos pais e responsáveis. Enquanto a família tenta introduzir diferentes opções na rotina da criança, ela pode se deparar com obstáculos como a seletividade e a dificuldade alimentar. Mas você sabe a diferença entre cada um desses?Segundo a fonoaudióloga Carla Deliberato, especializada em pacientes com dificuldades alimentares, o quadro de seletividade alimentar é quando a criança é relutante em aceitar alguns tipos de alimentos, seja por sabor, textura, odor ou aparência.No geral, as crianças com seletividade alimentar toleram todos os grupos alimentares, que incluem carboidratos, frutas, verduras e legumes, e proteínas tanto de origem animal como vegetal. Por exemplo: ela não come todos os tipos de proteína animal, mas aceita frango, pelo menos.Já a criança com dificuldade alimentar tem menos facilidade em aceitar alimentos de todos os grupos e pode chegar a desprezar um ou mais grupos alimentares inteiros. Por exemplo: ela nunca come nenhum tipo de proteína animal, independente do tipo de preparo e da situação.“Eu recebo em meu consultório muitos pacientes com seletividade alimentar ‘extrema’, e essa dificuldade é classificada como um distúrbio alimentar pediátrico, conforme consta na Resolução Nº 659 do Conselho Federal de Fonoaudiologia, publicada em 2022. No caso da dificuldade alimentar, a criança nem quer saber ou tem interesse em um alimento novo e muitas vezes ao chegar perto dessa comida pode apresentar também náuseas e vômitos. Ela fica muito incomodada com a textura e o cheiro do alimento”, afirma a especialista.Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.Receba notícias do Metrópoles no seu Telegram e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal: https://t.me/metropolesurgente.Já leu todas as notas e reportagens de Saúde hoje? Clique aqui.Fonte: Metrópoles





