Da apreensão ao alívio. Assim foi a última sexta-feira (20/2) para Mariana Dickinson, mãe da pequena Diana, após a bebê decidir que não esperaria pela chegada até o hospital e nascer durante o trajeto, dentro do carro.
Mariana, que planejava o nascimento da criança em um hospital da Asa Sul, estava em casa, no Gama, quando sentiu contrações intensas. Segundo ela, naquele momento, ela sentiu uma ardência diferente.
Foi quando a sogra de Mariana comentou que poderia ser a dilatação aumentando. Pouco tempo depois, de acordo com a mãe, ela sentiu a bolsa rompendo.
Como tudo ocorreu muito rápido, a família decidiu levá-la para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), por ser o mais próximo de casa.
Porém, sem qualquer cerimônia, a pequena Diana decidiu que não esperaria e começou a “coroar” ali mesmo, dentro do carro. O companheiro de Mariana parou o veículo, mas a sogra dela orientou que ele continuasse o caminho até o HRSM, enquanto ela assumia os procedimentos do parto.
Tensão
Após o nascimento, veio o momento de maior tensão para a família, pois a bebê não chorava. A avó comentou que, apesar de não ter experiência na área da saúde, manteve a calma.
Ela disse que tentou fazer a sucção, mas não conseguiu. Em seguida, com muito cuidado, colocou o dedo na boca da criança, para retirar a secreção, e virou-a de cabeça para baixo, momento em que a bebê finalmente chorou.
Mãe de primeira viagem, Mariana afirmou que jamais pensou que viveria um parto assim. A pequena Diana nasceu com 39 semanas e seis dias de gestação. Após passarem o fim de semana em observação, ela e a mãe receberam alta nessa segunda-feira (23/2) e passam bem.





