Frequentadas por milhares de brasilienses e turistas ao longo do ano, as piscinas Areal e Pedreira, do Parque Nacional de Brasília estão fechadas. O prazo? Por tempo indeterminado, até que haja a conclusão das obras de recuperação da estrutura.
A necessidade da realização do serviço nas piscinas mostrou-se como uma ação de urgência, em razão dos danos que as piscinas sofreram por conta das últimas chuvas intensas no Distrito Federal. Em fevereiro, a capital registrou quase 100% do esperado de chuva do mês todo, apenas nos primeiros cinco dias de fevereiro.
Com buracos no chão, pedras soltas e até a presença de infiltrações em pisos e paredes, as piscinas, tradicionalmente cheias – seja de água ou de pessoas -, vão apresentar um cenário incomum nos próximos dias: estarão vazias.
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De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a medida do fechamento foi tomada por atestar a impossibilidade de atender os banhistas com segurança. A piscina Pedreira, por exemplo, apresentou risco iminente de ruptura
Essa é terceira vez que as piscinas fecham. Anteriormente, os espaços de lazer foram fechados por causa da pandemia da Covid-19, onde permaneceu sem acesso aos visitantes por quase dois anos, e a outra em virtude da falta de salva-vidas em 2022, mas que permaneceu fechada por apenas dois dias.
O próximo passo, segundo a instituição, será uma avaliação técnica detalhada com todas as intervenções necessárias.
“A avaliação será necessária para posterior lançamento de licitação exclusiva para obras estruturais nas piscinas, já que a situação pede uma intervenção com resultados duradouros e não apenas manutenção”, explicou em nota.
Até lá, o acesso às trilhas da Água Mineral continuarão funcionando normalmente, mas as áreas das piscinas estarão isoladas, com a expectativa de que o acesso aos turistas seja liberado brevemente.
FONTE: METRÓPOLES










