Mulher ataca LGBT em padaria: “É padaria gay? Tem b*cetinha no c*?”

23 de novembro de 2020

Uma pessoa LGBT foi agredida em na padaria Dona Deôla, no bairro Pompéia, em São Paulo, em mais um caso de LGBTfobia no Brasil.

Lidiane Biezok, uma senhora desequilibrada e visivelmente alterada, entrou no local e gratuitamente começou a ofender não apenas a vítima que aparece nos vídeos, mas também seus dois amigos e os funcionários da padaria.

“Isso aqui é uma padaria gay?”, “Dar o c• é um problema seríssimo!” e “B*cetinha no c*”, gritava ela perseguindo a vítima. Segundo relatos, Lidiane também teria jogado produtos no chão.

Os dois amigos que acompanhavam a vítima, Kelton e Boni, também tiveram seus cabelos puxados por Lidiane, que também teria proferido insultos racistas a um deles. Foram eles que gravaram o acontecido e denunciaram nas redes sociais.

Assista aos dois vídeo abaixo que mostram o crime de Lidiane Biezok:

A polícia foi chamada ao local e os envolvidos foram encaminhados à delegacia, onde boletins de ocorrência foram registrados por funcionários e pela dupla que foi vítima do ataque homofóbico.

Segundo reportagem do UOL, em seus Stories no Instagram, Kelton disse que a polícia não retirou a agressora do estabelecimento de prontidão: “Ninguém faz nada. Ela já agrediu, desmoralizou, foi racista, transfóbica, homofóbica e ainda consegue entrar no estabelecimento. Ela não tá normal, ela não está respeitando ninguém aqui”.

Após a divulgação do ocorrido, a covarde, racista, homofóbica e transfóbica Lidiane Biezok apagou seu perfil das redes sociais.

Lidiane Biezok apagou seu perfil das redes sociais após cometer crime em padaria. (Foto: Reprodução)
Lidiane Biezok apagou seu perfil das redes sociais após cometer crime em padaria. (Foto: Reprodução)
À imprensa, a padaria disse lamentar o ocorrido e repudiar qualquer tipo de discriminação:

“Lamentavelmente, na noite de ontem, funcionários e clientes da nossa padaria na Pomteia foram alvo de ofensas racistas, homofóbicas e transfóbicas, que podem inclusive configurar crime. Por isso, seguindo a orientação que lhes foi dada, nossa equipe acionou a polícia para que providências necessárias fossem tomadas”, diz o comunicado.

E conclui: “A Dona Deôla se solidariza com as vítimas desse ato repugnante e se coloca à disposição para prestar toda a assistência necessária. Reiteramos nosso repúdio a qualquer tipo de discriminação e o nosso compromisso com a proteção e o bem estar dos nossos funcionários e clientes”.

Fonte: Põe na roda