Mulher de Pontalina obtém autorização para mudar nome com “conotação masculina”

15 de setembro de 2020

Uma mulher de 42 anos conseguiu na Justiça o direito de alterar o próprio nome após afirmar que sofreu bullying durante toda a vida. A moradora de Pontalina, a 128 quilômetros de Goiânia, não teve o nome revelado, mas alegou que o nome lhe dava uma conotação masculina. A sentença foi assinada pelo juiz André Reis Lacerda, da 2ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros Públicos da comarca de Goiânia.A mulher disse que constantemente enfrentava situações vexatórias por causa do nome. Nos