Que Adele é a “rainha da sofrência” do Reino Unido, todos já sabiam. A novidade que veio à tona em um show em Las Vegas, nos Estados Unidos, foi que a cantora chegou a fazer cinco sessões de terapia por dia após o fim de seu relacionamento com Simon Konecki.
“Quando eu estava passando pelo meu divórcio, basicamente fazia cinco sessões de terapia por dia. Mas parei de me responsabilizar por meu próprio comportamento e pelas coisas que diria”, desabafou a cantora britânica.
O Metrópoles conversou com um especialista para entender a seriedade do problema e como melhor lidar com o fim de ciclos, como relacionamentos. Segundo o psicólogo Alexander Bez, “a separação é sempre um óbito, um luto em vida, para quem passa [pelo término]”.
“O problema da Adele é muito específico. Quando falamos em manifestações psicológicas, todas elas têm um gatilho emocional e, muitas vezes, a pessoa já tem uma condição clínica que ainda não apareceu porque faltava o gatilho”, destacou Alexandre Bez.
O psicólogo reforçou que não importa se era um namoro ou um casamento: o que pesa no fim do relacionamento é a condição emocional da pessoa.
A Adele dá exemplo ao admitir que precisava de ajuda para superar a situação e que confiava essa missão a especialistas. “Cada pessoa vai apresentar as suas condições psicoemocionais de acordo com seus gatilhos psicológicos”, reforça o especialista.
Alexander complementa: “É importante viver o luto do relacionamento e, no caso da Adele, continuar com a terapia”.
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Fonte: Metrópoles